Olá, eu sou o Joaquim, e vivo no século XVI. Sou um nobre de alto porte. Possuo bastantes terras, onde trabalham, muitos camponeses, mal pagos, admito, mas foi para isto que eles nasceram, não posso ir contra a vontade do Senhor.
Por vezes sinto pena, é verdade, velos a apanhar, sol e chuva, vento e trovoada, e a viver sempre na miséria. Admito que por vezes sou generoso, e dou-lhes mais uma espiga de milho, mas assim uma vez de vez enquanto, acho que o senhor não me castiga.
Hoje, vou dar das melhores festas do país. Claro a seguir às do El-Rei. Será uma festa no meu palácio, onde, até convidei altos nobres que não conheço.
Por falar em altos nobres, um dia destes, lembrei-me de denunciar o meu grande amigo Manuel, ao tribunal da inquisição. Ele era judeu, e amigos, amigos, negócios à parte. A recompensa era enorme e como eu sou um cristão muito fiel, não poderia trair o meu Deus. Nunca faria tal coisa. Prefiro morrer falido (só na teoria), e sem amigos, do que trair a confiança do meu Senhor.
Ontem, cheguei de uma longa viagem. Fui a Inglaterra fechar negócio com um nobre, que por sinal, parecia ser de muita confiança. Em troca de ouro ele vai-me vender do mais fino tecido, do mais sofisticado que tiver.
A minha vida é muito cansativa, tenho de estar sempre nas festas mais sofisticadas, e aturar o Rei para lá a contar as suas vitórias e aventuras…
Mas que se há-de fazer, ser importante tem um custo, e alto por sinal !
Por vezes sinto pena, é verdade, velos a apanhar, sol e chuva, vento e trovoada, e a viver sempre na miséria. Admito que por vezes sou generoso, e dou-lhes mais uma espiga de milho, mas assim uma vez de vez enquanto, acho que o senhor não me castiga.
Hoje, vou dar das melhores festas do país. Claro a seguir às do El-Rei. Será uma festa no meu palácio, onde, até convidei altos nobres que não conheço.
Por falar em altos nobres, um dia destes, lembrei-me de denunciar o meu grande amigo Manuel, ao tribunal da inquisição. Ele era judeu, e amigos, amigos, negócios à parte. A recompensa era enorme e como eu sou um cristão muito fiel, não poderia trair o meu Deus. Nunca faria tal coisa. Prefiro morrer falido (só na teoria), e sem amigos, do que trair a confiança do meu Senhor.
Ontem, cheguei de uma longa viagem. Fui a Inglaterra fechar negócio com um nobre, que por sinal, parecia ser de muita confiança. Em troca de ouro ele vai-me vender do mais fino tecido, do mais sofisticado que tiver.
A minha vida é muito cansativa, tenho de estar sempre nas festas mais sofisticadas, e aturar o Rei para lá a contar as suas vitórias e aventuras…
Mas que se há-de fazer, ser importante tem um custo, e alto por sinal !
Avelina
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