Cerca de 62 anos antes da revolução, Portugal tinha sofrido um problema de sucessão, pois o rei D. Sebastião morreu muito novo na batalha de Alcácer Quibir sem deixar filho. Por isso o sucessor ao trono foi D. Henrique (seu tio-avô já idoso). Em 1580 este morreu, e foi aí que D. António Prior do Crato e D. Filipe II de Espanha disputaram o lugar ao trono, ganhando assim o rei mais rico e poderoso da Europa –“ D. Filipe II de Espanha”. Com isto Portugal perdeu a independência.
Deu-se assim, o inicio da 3ª dinastia chamada dinastia «Filipina» que durou cerca de sessenta anos.
D. Filipe I de Portugal era o rei mais rico e poderoso e todos o invejavam e temiam… Durante o reinado de D. Filipe I tudo se manteve e Portugal evoluiu muito.
Mas após a sua morte sucedeu o rei D. Filipe II e de seguida o rei D. Filipe III. Com estes dois últimos reis aconteceram muitas coisas que descontentaram os portugueses, como por exemplo:
- Os nossos domínios serem atacados constantemente o que trazia muito desconforto e prejuízo ao país.
Portugueses
festejam a Liberdade!- Fomos chamados para combater no exército espanhol.
- As nossas armas e navios terem sido requisitados por Espanha.
- Mas o que causou a desordem total foi a guerra que D. Filipe III travou com Inglaterra, França e Holanda que trouxe para Portugal enormes prejuízos económicos! As terras portuguesas foram todas invadidas e destruídas, novos e altos impostos foram-nos lançados para manter esta guerra.
No dia 1 de Dezembro de 1640 logo após a primeira badalada das 9 horas, um grupo de quarenta nobres descontentes com a situação saíram todos das suas carroças e avançaram pelo Paço, atacaram o Palácio Real, mataram o secretário de Estado, prenderam a representante do rei de Espanha em Portugal e proclamaram a Restauração da Independência de Portugal:
D. Miguel de Almeida com uma espada na mão à varanda do Paço repetiu imensas vezes: “Liberdade, Portugueses! Viva El-Rei D. João IV! “! Fazendo-se ouvir pelo povo que tinha sido convocado para o Terreiro do Paço.
Logo depois, reuniram-se cortes em Lisboa e aí foi aclamado rei de Portugal “D. João IV – duque de Bragança”. Assim se iniciou a quarta dinastia de reis, chamada dinastia de «Bragança».
Estava feita a Restauração da Independência Portuguesa, mas só em 1668 é que foi reconhecida por Espanha.
Deu-se assim, o inicio da 3ª dinastia chamada dinastia «Filipina» que durou cerca de sessenta anos.
D. Filipe I de Portugal era o rei mais rico e poderoso e todos o invejavam e temiam… Durante o reinado de D. Filipe I tudo se manteve e Portugal evoluiu muito.
Mas após a sua morte sucedeu o rei D. Filipe II e de seguida o rei D. Filipe III. Com estes dois últimos reis aconteceram muitas coisas que descontentaram os portugueses, como por exemplo:
- Os nossos domínios serem atacados constantemente o que trazia muito desconforto e prejuízo ao país.
Portugueses
festejam a Liberdade!- Fomos chamados para combater no exército espanhol.- As nossas armas e navios terem sido requisitados por Espanha.
- Mas o que causou a desordem total foi a guerra que D. Filipe III travou com Inglaterra, França e Holanda que trouxe para Portugal enormes prejuízos económicos! As terras portuguesas foram todas invadidas e destruídas, novos e altos impostos foram-nos lançados para manter esta guerra.
No dia 1 de Dezembro de 1640 logo após a primeira badalada das 9 horas, um grupo de quarenta nobres descontentes com a situação saíram todos das suas carroças e avançaram pelo Paço, atacaram o Palácio Real, mataram o secretário de Estado, prenderam a representante do rei de Espanha em Portugal e proclamaram a Restauração da Independência de Portugal:
D. Miguel de Almeida com uma espada na mão à varanda do Paço repetiu imensas vezes: “Liberdade, Portugueses! Viva El-Rei D. João IV! “! Fazendo-se ouvir pelo povo que tinha sido convocado para o Terreiro do Paço.
Logo depois, reuniram-se cortes em Lisboa e aí foi aclamado rei de Portugal “D. João IV – duque de Bragança”. Assim se iniciou a quarta dinastia de reis, chamada dinastia de «Bragança».
Estava feita a Restauração da Independência Portuguesa, mas só em 1668 é que foi reconhecida por Espanha.
Nídia Barbosa
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